Acervo Julio Castello Branco
Escafrandista Werne Krauss, cortando a chapa de ferro do porão, do casco do Astúrias com Porta Eletrodo, e jato com O².
Escafandro do tipo Elmo, exposto no ex-Museu de Santos atrás da roupa do escafrando, o 2º Elmo a direita.
Caixa estanque do tipo escafandro para a primeira máquina fotográfica submarina do Brasil.
Outro ângulo da Caixa Estanque do tipo escafandro para a primeira máquina fotográfica Roleflex submarina do Brasil
Acervo: Julio Castello Branco
Escafandrista Werner Krauss, se equipando com capacete Elmo, no box do Tereférico em cima do porão do Príncipe das Astúrias.
João Martins, o primeiro fotógrafo mergulhador do Brasil
Julio Castello Branco, levantou todas as evidências e dados indicam que o primeiro fotógrafo submarino do Brasil foi o Jornalista João Martins, que trabalhando para a revista o Cruzeiro, tirou com uma caixa Estanque(O Escafrando) uma foto do escafandrista Werner Krauss trabalhando no corte chapa do casco do Príncipe das Astúrias, com porta eletrodo com operagem vindo do gerador da superficie fundindo o ferro e retirando com o jato de oxigênio( O²) a matéria da fundição, assim cortando a chapa com arebites, na altura do meio do porão.
A câmera utilizada foi uma máquina do tipo Rolleiflex, dos anos 40 e 50, e ele se utilizou de uma caixa estanque com o nome escafandro para máquina fotográficas, feito de bronze e latão, com 25 cm de altura, 15 cm de largura e 13 cm de profundidade.
Os visores da câmera eram do tipo escotilha (assim como as janelas de navios, ver na fotos), e o escafandro possuía engrenagem para virar o filme, e também um disparador.
Ao lado pode-se ver a primeira câmera submarina do Brasil em dois ângulos diferentes, além do fotógrafo João Martins, e também a primeira foto, com Wener Krauss trabalhando no naufrágio do Príncipe das Astúrias, nos mergulhos dos anos 50.